domingo, 10 de outubro de 2010

Jorge Barbosa | Director Coro Litúrgico

Nascido na Terceira, agente da PSP, integrou como coralista o grupo coral da sua freguesia natal - Agualva.

Participou no Curso de Pastoral Litúrgica, realizado em Angra, no qual foi director musical o Cónego Ferreira dos Santos.

É Baixo do coro da Sé desde 1995, e, em 2008, assumiu as funções de director do coro litúrgico. Aperfeiçoa os seus conhecimentos de direcção com Duarte Gonçalves-Rosa.

sábado, 9 de outubro de 2010

Duarte Gonçalves-Rosa | Direcção Artística

Natural de Angra, estudou piano com Maria Mourato, tendo seguido estudos no Conservatório de Angra sob a orientação de Artur Fonseca e Alice Martins. Licenciou-se em Direcção de Coro na Escola Superior de Música da Catalunha, em Barcelona, onde teve como mestres, entre outros, Lluis Vila i Casañas e Pierre Cao (direcção coral) e Xavier Puig i Ortiz (direcção de orquestra). É também licenciado em Estudos Portugueses, Ciências Religiosas e Ciências da Informação e da Documentação. É doutorando da Universidade dos Açores, com a tese Tomás Borba na História da Música Portuguesa do Século XX: Modernidade e Tolerância, sob a orientação dos Professores Rui Vieira Nery e Carlos Cordeiro.

Leccionou Português e Francês no ensino secundário durante mais de duas décadas. Actualmente é Assessor na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo.

Eugénio Breda | Designer

Nascido na Carapinheira, Montemor-o-Velho, cursou Multimédia no Instituto Superior Miguel Torga em Coimbra e actualmente, termina o curso na Universidade Politècnica de Catalunya em Terrassa. Colaborou na Minhos Campus Party 2004 e no projecto editorial da monografia Tomás Borba publicada em 2008 por ocasião da inauguração da Escola Tomás Borba.

É o designer do cartaz e programa do concerto comemorativo dos 25 da Reabertura da Catedral de Angra. Foi também autor do material publicitário e programa do concerto comemorativo dos 475 de Angra Diocese e Cidade, realizado a 8 de Novembro de 2009.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Fr. José Marques e Silva

Frei José Marques e Silva nasceu em Vila Viçosa em 1780, onde estudou com Joaquim Galão. Aos vinte e dois anos veio para Lisboa ocupar o cargo de organista na Igreja dos Frades Paulistas, onde professou. Na capital, estudou com João José Baldi e, quando este ocupou o cargo de Mestre da Capela Real da Bemposta, vago pela morte de Luciano Xavier dos Santos em 1808, chamou Marques e Silva para organista da dita Capela, da qual viria a ser também seu mestre, em 1816. Concorreu, e foi aceite, tal como António José Soares, às vagas docentes resultantes da morte de João José Baldi para organista da Capela Real do Rio de Janeiro.

Tido como pouco sisudo e modesto, de carácter desenvolto, irascível e dado à maledicência, segundo alguns, era porém considerado de sensibilidade generosa por outros.

domingo, 12 de setembro de 2010

Tomás Borba


Tomás Borba nasceu em Angra do Heroísmo, em 1867, e faleceu em Lisboa, em 1950. Realizou seus primeiros estudos no Seminário de Angra do Heroísmo, onde em 1890 foi ordenado sacerdote. A sua vocação musical fez, porém, com que fosse para Lisboa frequentar o Conservatório, onde terminou os Cursos Superiores de Piano e de Composição.

Em 1901, foi nomeado Professor da cadeira de Harmonia. Inaugurou no Conservatório a cadeira de História da Música, da qual foi alguns anos regente. Exerceu funções na Escola Normal Primária e na Academia de Amadores de Música. Desempenhou funções da mais alta importância, sendo da sua responsabilidade a introdução da disciplina de Canto Coral nas escolas portuguesas.

Como compositor, a sua obra compreende música religiosa (missas, vários Te Deum, motetes e canções sacras) e música profana (ciclos de peças para piano, sonata para violino e piano, danças portuguesas e numerosas melodias).

sábado, 11 de setembro de 2010

Mateus Pereira de Lacerda


Mateus Pereira de Lacerda, presbítero secular do hábito de S. Pedro, nasceu em Angra na ilha Terceira. Filho de pais não sabidos e dado a criar pela Câmara a Clara Maria, residente na rua de Baixo de S. Pedro. Foi baptizado na Catedral, pelo Reitor da mesma, António de Sousa Figueiredo, a 23 de Setembro de 1771, sendo padrinho Cosme Mascarenhas, freguês da Sé de Angra. Aos dez anos entrou ao serviço da  Catedral como moço de coro. Posteriormente, desempenhou as funções de capelão supranumerário, sacristão, altareiro, capelão do número e mestre de capela, cargo que desempenhava desde 1808, por nomeação de D. José Pegado de Azevedo, sucedendo, respectivamente a Xavier António da Fonseca, João da Silva de Carvalho e Manuel Machado Dinis, que haviam ascendido a cónegos de prebenda da Sé de Angra. Além disso, são-lhe acrescentadas outras funções musicais, sobretudo a leccionação de canto de órgão. Era considerado um excelente músico com uma admirável voz de tenor.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pedro Machado de Alcântara

Nasceu na Conceição, a 19 de Outubro de 1849. Era filho de Manuel Machado e de Maria José. Era empregado público, tendo casado com D. Maria Leonor Vasconcelos Alcântara, com quem teve duas filhas. Faleceu aos 45 anos, vítima de pleuropneumonia, em Santa Luzia, a 25 de Julho de 1895. Chefe de orquestra, considerado um talento musical, realizou os seus estudos musicais na Claustra da Sé Catedral e foi capelão-cantor da capela catedralícia. Foi professor primário e empregado da repartição de fazenda da cidade de Angra do Heroísmo e um conhecido talento musical.